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O carro já está pronto, as malas carregadas. Partimos com a sensação de dever cumprido! A bendita loucura do Bodaf voltou a ser contagiante, como é contagiante a felicidade, a gargalhada e o amor. Ela toca profundamente pessoas diferentes, um pouco loucas, sensíveis, naturais, com vontade de aprender e mudar este pequeno grande universo que é a fotografia de casamentos.

O Bodaf Porto 2016 já é história. Mas é história da boa!

Foram três dias espectaculares para nós, para os oradores, para os participantes…. Quer dizer… para a organização foi um pouco mais que três dias! Foram milhares de horas de trabalho, dezenas de reuniões e centenas de cafés para adoçar os nervos. Centenas de mãos ao vento na foto de família no último dia, milhares de disparamos de centenas de máquinas, fotos tiradas com o coração e muitas expectativas.

A sensação, uma semana depois de acabar o Bodaf, ainda é contraditória. Ao cansaço acumulado, soma-se, a satisfação à flor da pele pelo trabalho realizado e a vontade de repetir tudo. As recordações para aqueles que participaram neste evento profissional de fotógrafos de casamento amontoam-se. Se fecharmos os olhos ainda se consegue ouvir a musica dos Sigur Ros “Inni mer syngur vitley singur” a tocar na sala, o reflexo dos espelhos, os aplausos de um publico entregado, os nervos do primeiro dia, a excitação das master class, as pressas de última hora, os reconhecimentos, cada gesto de cumplicidade, o olhar franzido dos oradores, segundos antes de entrarem em palco para dar a sua conferencia, a estranha genialidade do Helder Couto, os marcadores a deitar fumo dos pins dos participantes, o Facebook repleto de agradecimentos e felicitações, o espírito de menino bem comportado do Daniel Aguilar, a picardia nos olhos do Pakura e o seu saber fazer no palco, o sorriso cúmplice dos criadores desta invenção maquiavélica, no México, há 7 anos atrás.

O Bodaf Porto mudará, no bom sentido, a forma de pensar de muitos dos que ali estivemos. O espírito, o efeito BODAF, permanecerá durante muito tempo nas retinas daqueles que aprenderam com os oradores, com o colega de quarto ou com as cervejas do After Work.
Na memória ficam aqueles que preferiram esquecer-se do café para ter uma conversa com a experiência, o ânimo e juventude do Kake, aqueles que escolheram responder sem intermediários às perguntas de outros fotógrafos ou para trocar cartões-de-visita.

O efeito Bodaf, ao fim e ao cabo, permanecerá durante muito tempo na memória daqueles que quiseram saltar sem pára-quedas e colocar ao peito o Pin com o seu nome para continuar a ser fotógrafos que criam tendências.

O Bodaf Porto 2016 é história. Mas é história da boa.

Vemo-nos em Barcelona
Muito obrigado a todos.

Bodaf Team

Obrigado Ninho design film photo

GRUPO

Pedro Vilela, entrevista para o Bodaf

Comecei a fotografar há 11 anos como estagiário no Jornal Público. Era para ser 3 meses mas acabei por ficar 4 meses, depois fui fazendo algumas colaborações pontuais. Após este estágio comecei a trabalhar como fotógrafo freelancer e fotografei um pouco de tudo.

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