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Pedro Vilela, entrevista para o Bodaf
 
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Queremos saber um pouco mais de como começaste na fotografia e como chegaste à fotografia de casamento?

Comecei a fotografar há 11 anos como estagiário no Jornal Público. Era para ser 3 meses mas acabei por ficar 4 meses, depois fui fazendo algumas colaborações pontuais. Após este estágio comecei a trabalhar como fotógrafo freelancer e fotografei um pouco de tudo. Durante alguns anos viajei por Portugal, pela Europa e por África, onde fiz várias reportagens para a imprensa nacional, empresas e instuições públicas. Ao mesmo tempo comecei a trabalhar como segundo fotógrafo para outros fotografos de casamento. Comecei a perceber que havia espaço para a reportagem nos casamentos, e há cerca de 6 anos dediquei-me exclusivamente à fotografia de casamento.

©PEDRO VILELA

©PEDRO VILELA

Quais são os teus fotógrafos de referência?

Bem, são imensos. O primeiro que me impressionou foi o James Nachtwey. Sempre achei incrível o rigor das suas composições nas suas fotografias nos cenários de guerra. O Alex Webb, um mestre dos layers. Bruce Gilden, um fotógrafo de rua com uma abordagem muito original que sempre me cativou. O David Alan Harvey, Martin Parr, Elliott Erwitt, Paolo Pellegrin…bem são tantos!!
Na fotografia de casamento adoro o trabalho do Jeff Ascough, Fer Juaristi e o Ben Chrisman.
Como é que foste criando o teu estilo? Nem sei bem. Penso que foi por seguir sempre o meu instinto e assumir com confiança as decisões que vou tomando.

Qual é o teu truque para criar empatia com os casais?

Não penso que haja um truque. Para mim só há uma forma de estar na vida e no meu trabalho, que é ser bastante genuíno. Se os casais tiverem a confiança que eu sou o fotógrafo que eles procuram tenho a certeza que as coisas vão correr muito bem.

©PEDRO VILELA

©PEDRO VILELA

Costumas marcar uma reunião prévia?

Sim. Sem dúvida que é importante perceber se há aquele match.

Como é o teu fluxo de trabalho no que respeita ao contacto com os teus clientes?

Após o primeiro contacto envio todas as informações acerca do meu trabalho, com uma descrição detalhada daquilo que procuro e como irei trabalhar com eles. Convido também os noivos a verem muito bem o meu trabalho para que possam perceber se vai de encontro com as expectativas deles.

Depois da reunião prévia e da adjudicação dos serviços e até ao casamento entro novamente em contacto com o casal. Este contacto serve para lhes enviar um questionário e para marcar um dia para falarmos antes do casamento.

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©PEDRO VILELA

Fazes sessão de noivos?

Sim. Mas é uma opção dos noivos embora eu faça sempre essa recomendação. é mais uma momento para contar um pequena história do casal.

Fazes outro tipo de reportagem o teus projetos pessoais?

Ao longo dos anos sempre estive bastante focado em realizar projectos pessoais. Ser fotógrafo de casamento a tempo inteiro consume-nos imenso tempo, por isso, ter a disciplina de fotografar outros temas tenho a certeza vai ser benéfico para mim. Educa-me o olhar.

O que é que faz com que sejas fotógrafo de casamento? Que maisvalias vês na fotografia de casamento?

Agrada-me muito este lado documental que a fotografia de casamento tem. Esta ideia da construção de um património visual, quase como uma cápsula do tempo. A fotografia de casamento ganha valor com o passar do tempo. Tudo o que fotografamos hoje vai certamente ter um impacto muito grande daqui a uns anos.

©PEDRO VILELA

©PEDRO VILELA

O que é que significa para ti o Bodaf?

Para além do carácter educativo que a bodaf tem e daquilo que acrescenta ao que fazemos diariamente, a Bodaf para mim é o convivio com os amigos e a possibilidade de conhecer as caras que estão por detrás dos diversos projectos.

Como vês o futuro da fotografia de casamento?

Tenho a certeza que irá ter ainda mais qualidade.

Que equipamento utilizas?

Trabalho com duas Nikon´s 750, uma lente 35mm e outra 58mm.

O que é que aconselhas aos fotógrafos que estão a começar na fotografia de casamento?

E o que é que recomendas aos fotógrafos mais experientes mas que estão com dificuldades?

Pegar na máquina fotográfica e fotografar diariamente, treinar todos os dias, estimular o olhar e escolher bem o trabalho que mostramos. Tenho a certeza que é assim que chegamos aos clientes que gostam verdadeiramente do nosso trabalho.

©PEDRO VILELA

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PROGRAMA

 3º Congresso Internacinal de fotógrafos y videógrafos de casamento

Oporto 25, 26 e 27 de Outubro

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